O resultado que ele proporciona você já conhece, mas alguma vez você parou para pensar de onde vem o silicone e como ele evoluiu? Aliás, a evolução das próteses fez com que houvesse uma drástica redução na rejeição pelo corpo e ganhasse cada mais o posto de queridinha das cirurgias plásticas.

Desde 2006, a Food and Drug Administration permitiu a produção de implantes que são conchas de elastômero de silicone preenchidas com gel de silicone de alta coesividade, produzido em um estado semissólido. O resultado é de uma consistência que se aproxima à mama. Por ter um alto nível de coesividade, a migração ou vazamento do material, no caso, o gel, em uma ruptura é inexistente.

Por estar envolto em uma cápsula de espessura reduzida, a contratura capsular também deixou de ser um problema. Era comum antigamente que o tecido de cicatrização que cerca o implante ficasse enrijecido. Essa microtexturização das atuais próteses, que possuem rugosidade na superfície é que contribuem para uma maior segurança e beleza no resultado final. Além de terem diferentes tamanhos e volumes, as próteses se diferenciam em relação às formas: redondos ou anatômicos; texturas: lisa ou texturizada e perfis: padrão, moderado ou alto.