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A cirurgia plástica é um recurso maravilhoso que soluciona grande parte dos incômodos estéticos percebidos pelas pessoas. Porém,  o fato de termos diferentes tipos de mamoplastia gera alguma confusão a respeito desses procedimentos, seus objetivos e até mesmo efeitos à saúde.

É dessa forma que surgem mitos sobre esse tema.

Por isso, neste post decidimos desvendar alguns desses mitos. Vamos falar sobre algumas das crenças populares sobre a mamoplastia e explicar por que elas não são verdadeiras. Confira!

1. Colocar silicone levanta os seios

Essa é uma crença muito comum, porém equivocada. A mamoplastia de aumento, que é a cirurgia para colocar silicone, não tem como objetivo corrigir a flacidez.

Pode haver uma melhora discreta na altura dos seios quando o grau de queda das mamas é realmente muito pequena. Porém, essa solução só é possível em pouquíssimos casos.

Na maioria das vezes, para levantar os seios o médico precisa retirar sobras de pele. Assim, a única cirurgia indicada para essa correção é a mastopexia.

Em alguns casos, o cirurgião pode combinar dois procedimentos e fazer uma mastopexia com prótese, que aumenta o volume dos seios e corrige a flacidez ao mesmo tempo. No entanto, são técnicas distintas.

2. Colocar silicone pode ser perigoso

Essa é outra crença que, felizmente, está desaparecendo. O silicone usado nas próteses mamárias é totalmente seguro e não contamina nem a mulher e nem o leite que ela eventualmente produzirá, assim como também não causa câncer.

Além de ser uma substância que não causa esse tipo de efeito, existem testes muito rígidos de pureza e qualidade.

Essa confusão é feita porque alguns “profissionais” utilizam um outro tipo de silicone, o industrial, em procedimentos estéticos. Porém, isso não é permitido e quando o problema é descoberto, os responsáveis são punidos.

Portanto, colocar próteses de silicone é totalmente seguro. Para isso, basta buscar uma boa clínica, um médico certificado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Eles usarão próteses aprovadas pela Anvisa, que não colocam sua saúde em risco.

3. A mamoplastia interfere na amamentação

Hoje em dia, existem técnicas muito modernas para realizar a mamoplastia. Em muitos casos, o médico não precisa cortar os dutos mamários, que são os canais que permitem a saída do leite.

Assim, as dificuldades para amamentar após esse tipo de cirurgia são cada vez mais raras e atingem um percentual muito pequeno de mulheres, no caso da mamoplastia redutora.

Já quando se trata da mamoplastia de aumento, a dificuldade para amamentar é ainda mais rara. Na maioria das vezes, a prótese é colocada por trás da glândula mamária, sem danificar os dutos. Em outras pacientes, o implante é posicionado atrás do músculo peitoral, sem interferir no processo de aleitamento.

4. Todo mundo vai perceber que fiz mamoplastia

Quando a mulher realiza a mamoplastia redutora e a mastopexia, o resultado é completamente natural. Não existe o menor risco de alguém olhar para ela e perceber que houve uma cirurgia para modelar as mamas.

Já quando se trata da mamoplastia de aumento, essa percepção só acontece quando a prótese de silicone tem um tamanho exagerado.

Se a mulher ouve o parecer do cirurgião e usa uma prótese proporcional ao seu biotipo, ninguém perceberá que ela colocou silicone. Aliás, até mesmo a consistência das mamas é a mesma de um peito naturalmente volumoso e firme.

Gostou do post? Conhece outros mitos sobre a mamoplastia? Compartilhe nos comentários e participe da conversa!

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