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Efeito do tempo, aumento excessivo de peso, modificações nas mamas durante a gravidez, predisposição genética — todos esses fatores fazem com que os seios percam a firmeza ao longo dos anos. A cirurgia plástica corrige esse problema, mas algumas mulheres que gostariam de levantar as mamas demoram a tomar uma decisão por não saberem como fica a cicatriz da mastopexia.

Por isso, neste post nós resolvemos tratar desse tema. Vamos explicar quais são as técnicas usadas pelos médicos para levantar os seios e qual é o formato de cicatrizes que elas geram. Quer tirar suas dúvidas? Confira o post!

Mastopexia cicatriz: quais são os tipos?

Para fazer a mastopexia e eliminar a flacidez, o médico precisa retirar o excesso de pele que foi estendida por diversos fatores (perda natural de colágeno e elastina, involução da mama, variações excessivas de peso etc).

Portanto, se o grau de flacidez é leve, o cirurgião precisa retirar apenas um trecho pequeno de pele. Se os seios estão bastante caídos, o lifting de mamas extrai uma área maior. Por isso, o médico há cortes de diferentes formatos que o médico pode fazer. Como resultado, o tamanho da cicatriz também é variável.

Falaremos agora sobre as diferentes possibilidades e quando cada técnica é utilizada:

Mastopexia cicatriz periareolar

Quando o médico opta por essa técnica, ele faz a incisão apenas em volta da aréola, que também é conhecida como bico do peito. Portanto, o resultado final é extremamente discreto: apenas uma linha fina na divisão entre a pele da cor normal e essa região do seio.

Porém, nem sempre é possível utilizar essa técnica. Por isso, ela só é recomendada quando a quantidade de pele a ser retirada é realmente muito pequena, nos casos de flacidez bem leve.

Mastopexia cicatriz em I

Esse tipo de técnica é utilizada pelo médico quando o grau de flacidez é leve ou moderado, mas impossível de ser corrigido apenas com a incisão periareolar. Portanto, o cirurgião começa o corte acima da aréola, contornando-a. A seguir, ele desce com o bisturi até o centro da dobra abaixo do seio.

Ao utilizar essa técnica, o médico retira um trecho de pele no formato de um V. Depois de concluir o procedimento, a paciente ficará com uma marca discreta em volta da aréola. Também haverá uma linha vertical que desce até a dobra do seio. Por isso, esse tipo de cicatriz também é chamada de “pirulito”.

Mastopexia cicatriz em L

No entanto, nem sempre é possível corrigir as mamas caídas com as técnicas anteriores. Por isso, o cirurgião utiliza a incisão em L. Para isso, ele faz o corte ao redor da aréola, começando pela parte superior. A seguir, desce verticalmente pelo centro do seio, até chegar ao sulco mamário. Então, ele faz incisão em direção à lateral externa da mama para retirar a quantidade de pele ideal.  Esse último corte segue a dobra natural que existe ali.

Mastopexia cicatriz em âncora

Finalmente, a cicatriz em âncora ou em formato de T invertido é indicada nos casos de flacidez acentuada. Ela permite que o médico retire uma grande quantidade de pele e remodele completamente as mamas. A incisão é feita em torno da aréola, desce verticalmente até o sulco mamário e ali o cirurgião faz um corte que segue a dobra dessa região. Assim, seu formato final se parece com o de uma âncora.

De qualquer forma, você pode ter certeza de que com o tempo a cicatriz fica bastante discreta. Ela pode ser escondida sob o biquíni ou roupas íntimas. Então, à medida que o processo de cicatrização evolui, ela se torna cada vez mais clara e imperceptível, e tudo que você vai observar é o excelente resultado: mamas firmes, empinadas e bem modeladas.

Gostou do post? Ficou com alguma dúvida? Deixe sua pergunta nos comentários!

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