Mamoplastia não é tudo igual, entenda como diferenciar as necessidades e os resultados que o paciente pode obter

Diversas são as motivações que levam as mulheres a buscar uma mamoplastia. Seja por querer uma projeção maior nos seios, eliminar a flacidez, apenas dar um “up” nas mamas, reduzir o volume dos seios que causa alguns incômodos…

Mas você sabe quais são as diferenças entre os procedimentos? Cada um tem sua finalidade e você pode chegar ao consultório com algum deles como preferência, mas somente o cirurgião plástico indicará o melhor para o seu caso.

Conheça quais são os tipos de mamoplastia:

Mamoplastia de aumento: quando a mulher deseja obter mais volume ou projeção nas mamas, a cirurgia plástica indicada é a que inclui a inserção de próteses de silicone. De acordo com os perfis dos implantes, os resultados serão diferentes. Também é possível analisar o melhor volume, de acordo com o objetivo da paciente.

Para pacientes com pouco seio, pode não ser possível incluir uma prótese muito volumosa, já que não haverá pele suficiente para receber essa prótese sem causar estrias. O resultado também pode parecer artificial, por isso, a experiência do cirurgião plástico é imprescindível.

Mastopexia: nem sempre a paciente quer aumentar os seios, ela pode ter como objetivo apenas eliminar a flacidez, por isso, recomenda-se o lifting de mamas. Quando o volume já é interessante e se adequa ao equilíbrio corporal, a inserção de próteses de silicone não se faz necessária, mas essas cirurgias podem ser associadas. Ela é bastante procurada por pacientes que apresentam incômodo com a ptose mamária.

Mamoplastia redutora: o excesso de volume nas mamas pode ser um fator de incômodo tanto na questão estética como em relação à saúde, já que pode causar dores na coluna da mulher. Por volta dos 16 anos, quando a etapa de desenvolvimento dos seios se encerra, já é possível diagnosticar uma gigantomastia que pode afetar a autoestima feminina e indicar a necessidade de uma cirurgia plástica para redução das mamas.