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Olhar no espelho e ver o rosto perdendo seu contorno e as rugas marcando a face definitivamente não é uma sensação agradável. Por isso, a busca por cremes e tratamentos para a pele aumenta a cada dia. Mas será que esses recursos são suficientes para deixar a face lisa? Se o problema for a flacidez muscular, infelizmente a resposta é não!

Mas afinal, o que diferencia a flacidez muscular da perda de sustentação da pele? Esse problema é visível? Como tratá-lo? É isso que você vai saber neste post. Então, confira as respostas!

Flacidez muscular e tissular: qual é a diferença?

Como nosso corpo pode apresentar os dois tipos de flacidez, é importante entender a diferença. Acompanhe!

Flacidez muscular

A flacidez muscular acontece quando os músculos se tornam fracos devido à falta de estímulos adequados. Quando a pessoa não exige esforço das fibras musculares, elas se tornam mais finas (atrofiadas). Como resultado, elas perdem a firmeza.

Alguns exemplos muito simples são os braços e pernas. Se eles são exercitados, os músculos se tornam fortes e mais definidos. O movimento é facilmente percebido e eles são firmes quando tocados. A falta de atividade física causa o quadro contrário — a flacidez muscular.

Porém, a flacidez muscular não ocorre apenas nos braços e pernas. Ela pode afetar praticamente qualquer região do corpo, inclusive o rosto. Além dessas áreas que mencionamos, os glúteos e barriga também estão bastante sujeitos a esse problema.

Como a pele adere ao músculo e acompanha sua forma, a flacidez muscular fica visível. Por se tratar de um problema mais profundo, seu tratamento também pode ser mais difícil, pois não se restringe a uma camada superficial como a pele.

Flacidez tissular

A flacidez tissular é diferente, pois atinge apenas a pele. Trata-se de uma alteração provocada pela perda de sustentação devido à degradação das fibras de colágeno e elastina. Como já explicamos em outro post, esse é um processo natural, que pode ser agravado pelo estilo de vida.

Flacidez muscular e tissular: como tratar?

Dependendo da região do corpo, é possível melhorar o tônus muscular por meio de exercícios. Portanto, eles são eficientes para fortalecer os músculos e proporcionar mais firmeza a áreas como pernas, glúteos, costas, braços, ombros e até mesmo o abdômen.

No entanto, a pessoa não deve esperar uma transformação milagrosa. Então, é preciso estar consciente de que será necessário fazer muito esforço para fortalecer os músculos. Também é fundamental ter uma alimentação adequada, descanso e ingestão de água para que as fibras musculares fiquem mais espessas (hipertrofia).

Porém, é mais difícil fortalecer a musculatura de outras regiões do corpo, como o rosto e pescoço. Não há muitas opções para estimular esses tecidos de forma eficiente, melhorando o tônus da face e área cervical. Por isso, nesses casos o melhor tratamento para acabar com a flacidez é a cirurgia plástica.

Nos lifting frontal, por exemplo, o médico descola a pele dos músculos da testa e os remodela. Só depois de esticá-los, reposicioná-los e costurá-los é possível retirar o excesso de pele e deixar a região lisa novamente. Outras cirurgias plásticas para o rosto usam o mesmo procedimento.

Portanto, corrigir essa estrutura muscular interna é essencial para deixar a pele (revestimento externo) lisinha, com um contorno firme e aspecto rejuvenescido.

Embora seja difícil para um leigo avaliar o tipo de flacidez de uma região do corpo, o cirurgião plástico consegue identificar as causas do problema. Dessa forma, ele conseguirá propor o melhor procedimento para melhorar o aspecto daquela área, fazendo com que o paciente sinta-se novamente satisfeito com sua aparência.

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