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Se você planeja corrigir as orelhas de abano, pode ter se questionado sobre os benefícios da cirurgia plástica e os cuidados no pós-operatório da otoplastia. Neste caso, temos uma ótima notícia: a recuperação deste procedimento é uma das mais rápidas, proporcionando uma grande satisfação com o resultado em poucas semanas.

Porém, você deve estar se perguntando a respeito de como é o procedimento, o que fazer depois da cirurgia, se existe algum cuidado especial. Afinal, quem é responsável sempre deseja se programar com antecedência para ter uma recuperação adequada.

Por isso, nós criamos este post. Nele, você vai saber mais sobre o pós-operatório da otoplastia para correção das orelhas de abano. Veja a seguir!

Cuidados no pós-operatório da otoplastia para orelhas de abano

É importante salientar que o período que compreende o pós-cirúrgico da otoplastia é relativamente tranquilo. Ele exige, sim, alguns cuidados especiais. No entanto, a cirurgia de correção de orelhas de abano, como um todo, é de baixa complexidade.

A seguir, selecionamos as principais recomendações médicas para o pós-operatório:

Uso de faixa compressiva no pós-operatório da otoplastia

Alguns especialistas defendem que o uso de faixa compressiva depende do nível do abano. Porém, a realidade é que os médicos recomendam o uso deste acessório para a maioria dos pacientes que realizam a otoplastia.

O uso da faixa no pós-operatório da otoplastia proporciona diversos benefícios e, principalmente, segurança ao paciente. Em primeiro lugar, este acessório estabiliza a orelha. Portanto, mantêm os tecidos que foram separados durante a cirurgia permanentemente juntos, o que facilita a aderência e a cicatrização.

Outro benefício muito importante da faixa compressiva é o fato de que ela não permite que a orelha se dobre. Desta forma, ela evita dores, rompimento de pontos e muitos outros transtornos que podem ocorrer sem este acessório de fixação.

Finalmente, não poderíamos deixar de falar da proteção. Afinal, por mais que tomemos cuidado, se a área da cirurgia fica exposta, ela sempre pode ser atingida por algum objeto, sofrer um impacto acidental com uma mão e até permanecer sujeita ao contato com bactérias e outros microorganismos. A faixa compressiva reduz todos esses riscos.

Por todos esses motivos, os médicos recomendam que os pacientes utilizem a faixa compressiva por um período de duas a quatro semanas após a cirurgia. O paciente deve retirar o acessório apenas no momento do banho. Até mesmo na hora de dormir ela precisa ser utilizada para evitar danos à região das orelhas.

Repouso no pós-operatório da otoplastia

A otoplastia, especialmente quando se trata da correção das orelhas de abano, é uma das cirurgias plásticas que menos interfere na rotina do paciente. Por isso, em dois ou três dias ele já consegue retornar a uma série de atividades como ir à escola ou a um trabalho sedentário.

Caso o trabalho requeira um esforço maior, converse com seu médico e aguarde a liberação para voltar às suas atividades. Nessas condições, é possível que ele recomende que o retorno aconteça quando o processo de cicatrização estiver um pouco mais avançado.

O retorno às atividades físicas também deve acontecer apenas quando houver liberação do cirurgião plástico. É possível que ele libere caminhadas leves em pouco tempo, mas a prática de esportes de contato, por exemplo, será evitada por um período maior, para que não ocorram impactos e traumas que afetem as orelhas.

Posição para dormir no pós-operatório da otoplastia

A posição para dormir é muito importante no pós-operatório da otoplastia. Afinal, se o paciente se deitar com a cabeça de lado, ele pode prejudicar o procedimento de diversas formas.

Em primeiro lugar, deitar-se com a cabeça de lado gera uma pressão sobre a orelha que ficará em contato com o travesseiro. Isso causa desconforto, dor, prejudica o processo de cicatrização e pode afetar até mesmo o resultado da cirurgia.

Em segundo lugar, há risco de deslocamento de tecidos e suturas. Isso pode alterar a forma e a posição desejadas das orelhas, o que também compromete o resultado da cirurgia. Finalmente, temos o aumento da possibilidade de inchaço e sangramento, o que prolonga o período de recuperação e pode causar complicações.

Para evitar todos esses problemas, os cirurgiões recomendam que os pacientes durmam sempre com as costas apoiadas no colchão, rosto para cima e a cabeça mais elevada que o corpo. Esta elevação reduz a possibilidade de sangramento e minimiza o inchaço.

Se você acha difícil dormir nesta posição durante o pós-operatório da otoplastia, existem alguns truques que podem ajudar. Colocar travesseiros debaixo dos joelhos e também nas laterais do corpo evita que a pessoa se vire naturalmente enquanto dorme, além de manter a estabilidade da posição.

E lembre-se: por mais que dormir nesta posição seja um sacrifício para você, este período passa logo. Resista e seja firme. A alegria e ver o bom resultado da sua cirurgia plástica fará com que todo esse esforço valha a pena.

Necessidade de evitar o sol no pós-operatório

Esta é uma recomendação que não serve apenas para a otoplastia, mas para todas as cirurgias plásticas. Durante o primeiro mês, é muito importante não tomar sol. Então, evite eventos e compromissos ao ar livre, especialmente nos dias quentes e de tempo aberto.

Tomar sol durante o pós-operatório aumenta o inchaço da região, o que pressiona os pontos e causa desconforto. A luz solar, especialmente os raios ultravioleta, penetram na pele e destroem os fibroblastos, que são as estruturas que fabricam colágeno, além de contribuírem para a liberação de radicais livres, que também destroem o colágeno.

A cicatrização eficiente depende do colágeno. Esta proteína é essencial para a reparação e regeneração dos tecidos. Ela ajuda a formar uma matriz fibrosa que serve como base para o crescimento de novas células e a reconstrução do tecido danificado.

Além de proporcionar resistência e suporte à pele, o colágeno também facilita a contração da ferida, acelerando o processo de cicatrização. Portanto, a presença adequada de colágeno é crucial para uma recuperação eficiente e para a manutenção da integridade estrutural e funcional da pele após uma lesão.

Por isso, durante a fase de cicatrização, o corpo necessita aumentar a produção de colágeno. Tudo o que o organismo não precisa é que essa proteína seja destruída pela luz solar e que as células que a produzem também reduzam sua atividade.

Um último efeito indesejado do sol no pós-operatório da otoplastia é a possível fixação de manchas. É natural que, após uma cirurgia plástica, a pele apresente alguns hematomas. Ao atuar nesta pele, o sol age como a luz sobre uma fotografia: fixa esse pigmento roxo, azulado, amarelado ou esverdeado, fazendo com que as manchas se tornem permanentes.

Uso de óculos e acessórios na cabeça

É fundamental que o paciente entenda que, durante este curto período de recuperação, ele precisa evitar tudo que pressione ou machuque as orelhas de alguma forma. Por isso, é melhor não utilizar óculos, tiaras ou até mesmo colocar o cabelo atrás das orelhas. O uso de bonés costuma ser liberado em cerca de 15 dias.

Retirada dos pontos após a otoplastia

O prazo para a retirada dos pontos costuma variar conforme o ritmo de recuperação do paciente. No entanto, na maioria das vezes, isso ocorre em até sete dias após a otoplastia para correção da orelha de abano.

Incômodos comuns no pós-operatório da otoplastia

Embora o pós-operatório da otoplastia seja muito tranquilo, ele não é totalmente livre de alguns pequenos incômodos. Por isso, é inevitável que o paciente apresente um pouco de inchaço e arroxeamento na região operada, pois são reações naturais do processo de recuperação.

Diversos pacientes também relatam a sensação de dormência na região das orelhas. No entanto, todos esses incômodos costumam desaparecer em um período que varia entre duas a três semanas após o procedimento.

Deviso às incisões, é normal que a região fique um pouco dolorida. Esta dor não costuma ser forte ou exagerada, porém cada pessoa tem uma resistência diferente a essas sensações e o pós-operatório pode ser um pouco mais incômodo para um grupo com maior sensibilidade.

No entanto, o médico prescreve tanto antibióticos para evitar infecções quanto anti-inflamatórios e analgésicos, que costumam controlar bastante a dor. Caso a sensação dolorosa persista, compressas de gelo podem ajudar.

Pacientes que podem corrigir as orelhas de abano

Quando falamos da maioria das cirurgias plásticas, os médicos costumam recomendar que o paciente espere até a fase adulta, ou uma idade próxima à maioridade, para realizá-las. Afinal, se a criança ou adolescente ainda está em desenvolvimento, suas características podem mudar, causando desarmonia ou até mesmo prejudicando o resultado do procedimento.

No entanto, isso não acontece com a otoplastia para correção das orelhas de abano. Geralmente, os médicos autorizam a realização do procedimento em crianças a partir dos sete ou oito anos de idade. Isso não está relacionado à complexidade da cirurgia, mas ao desenvolvimento humano.

Muitos estudos mostram que, aos oito anos, as orelhas já atingiram praticamente o tamanho que a pessoa terá quando for adulta. Nem mesmo a cabeça aumentará muito. Haverá uma diferença nas feições, no ângulo da mandíbula, mas não uma discrepância quanto ao comprimento ou circunferência. Portanto, trata-se de uma condição propícia para a otoplastia.

E você, sofre com as orelhas de abano ou outros problemas estéticos relacionados a esta parte do corpo? Conhece alguém que vive incomodado com esta condição? Então, marque sua consulta com os profissionais da Master Health e tire todas as suas dúvidas sobre a otoplastia. Ficaremos felizes em fazer parte de uma mudança de vida e melhora na autoestima.

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A Master Health, há mais de duas décadas, alia conforto, segurança e zelo no tratamento de seus pacientes. Adepta do conceito de clínica vertical, a Master dispõe de quatro andares unicamente dispostos ao atendimento, favorecendo a privacidade de cada momento da cirurgia plástica ou tratamento realizado pelo paciente.
Diretora Técnica Dra. Elaine Favano – CRM 42085/SP

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