Desde a década de setenta, quando começaram os procedimentos relacionados à lipoaspiração, sempre foram utilizadas as cânulas tradicionais

Feitas com aço inoxidável, elas são esterilizadas a cada utilização para evitar contaminação. Estudos mostram que com a higienização e correta esterilização, o risco de contaminação por microbactérias é mínino, porém na cânula descartável o risco é nulo.

A principal diferença entre as duas é a segurança. As cânulas descartáveis chegam às mãos dos cirurgiões lacradas e esterilizadas, o que torna o risco de infecção praticamente inexistente.

A descartável é tão resistente quanto a convencional. É fabricada com o mesmo material das cânulas de lipoaspiração tradicionais, com exceção da empunhadura, que é de plástico, tornando-a mais leve. Em cada cirurgia são utilizadas em média três cânulas, dependendo da extensão da área a ser aspirada.

O novo instrumento é um avanço para a cirurgia plástica no país, frente ao surto de infecções por microbactérias em vários estados brasileiros.

O uso das cânulas descartáveis é opcional, já que representa um custo adicional à cirurgia plástica. No entanto, evitam-se futuras complicações intra e pós-operatórias relacionadas à má esterilização de materiais cirúrgicos.