Entre todos os problemas estéticos que afetam principalmente as mulheres, alguns ganham destaque e ocupam as primeiras posições no ranking do desespero. Como aqui no blog já falamos sobre soluções para a celulite e gordura localizada, neste post trataremos de um tema muito aguardado: o melhor tratamento para flacidez de pele.

Ficou curiosa para saber como solucionar esse problema? Então, continue a leitura. Falaremos de alguns procedimentos estéticos que podem ajudar em casos mais simples e das cirurgias indicadas para os quadros complexos. Confira!

O que causa a flacidez de pele?

Ao longo da vida, todas as pessoas apresentam flacidez. Afinal, com o passar do tempo o organismo produz cada vez menos colágeno e elastina. Então, sem essas proteínas que garantem a rigidez do tecido cutâneo, é normal que a pele perca sua sustentação e se torne mais flácida.

Porém, além do processo de envelhecimento natural, outros fatores podem causar o surgimento ou agravamento da flacidez. Podemos destacar o uso de cigarro e bebidas alcoólicas, alterações hormonais, dificuldade para manter bons hábitos alimentares e praticar exercícios físicos, bem como a exposição exagerada ao sol.

As mudanças de peso muito bruscas também contribuem para esse problema. Elas podem ser causadas tanto pela obesidade e grandes emagrecimentos quanto pela gravidez.

Existe tratamento para flacidez?

Felizmente, já existem opções de tratamento para flacidez. O primeiro e mais eficaz é a prevenção. Portanto, basta analisar os fatores que causam esse problema para descobrir os hábitos que podem evitá-los: atividade física regular, alimentação balanceada, moderação no consumo de álcool e cuidado na exposição ao sol.

Porém, para quem já apresenta flacidez também existem alternativas. Seu sucesso varia de acordo com a gravidade do problema e as condições da pele. Vamos explicar quais são as melhores opções à disposição dos pacientes.

Carboxiterapia

A carboxiterapia é um tratamento para flacidez geralmente realizado em clínicas de estética. O profissional aplica gás carbônico em diferentes camadas da pele.  Assim, as reações do corpo a essa substância são o aumento da oxigenação, melhoria da circulação sanguínea e estímulo do metabolismo celular.

A carboxiterapia também favorece a formação de colágeno. Devido a isso, o tratamento promete deixar a pele mais firme. No entanto pacientes costumam se queixar da aplicação. Eles sentem um leve incômodo a dores, dependendo da sensibilidade de cada um.

Radiofrequência

A radiofrequência utiliza um equipamento que aumenta a temperatura do tecido cutâneo, fazendo-o chegar perto dos 40°C. Dessa forma, ele desencadeia uma série de reações no organismo e especialmente na pele.

Da mesma maneira que a carboxiterapia, as principais reações desse tipo de tratamento são: aumento da circulação sanguínea, melhor oxigenação da área e estímulo para a formação de fibras de colágeno. Portanto, a radiofrequência também promete aumentar a firmeza da pele.

Intradermoterapia

A intradermoterapia infiltra medicamentos na pele utilizando uma agulha muito fina. Essas substâncias atingem a derme ou o tecido subcutâneo e, no caso do tratamento para flacidez, estimulam a produção de colágeno. Dessa maneira, elas favorecem a formação de fibras que sustentam a pele.

Porém, a paciente precisa pesquisar muito bem essas opções e buscar a avaliação de um profissional qualificado. Alguns tratamentos ainda são considerados experimentais, e por isso é necessário buscar um dermatologista que realize o procedimento com segurança.

Além disso, é preciso avaliar bem a eficácia do tratamento para flacidez em cada caso. Bons resultados não são sinônimo de milagres. Por isso, se o paciente apresenta sobras de pele mais extensas, por exemplo, dificilmente encontrará um tratamento estético capaz de solucionar satisfatoriamente seu problema.

Com certeza, esses tratamentos contribuem para melhorar a qualidade do tecido cutâneo. No entanto, eles não são capazes de retrair tanto uma pele que foi extremamente esticada durante a gravidez ou obesidade e que perdeu o suporte depois de um grande emagrecimento. Nesses casos, é necessário recorrer ao tratamento cirúrgico.

Quais são as soluções cirúrgicas de tratamento para flacidez?

É válido destacar que as técnicas cirúrgicas retiram o excesso de pele e garantem um contorno corporal incrível. Contudo, elas não tratam a qualidade do tecido cutâneo. Assim, elas não tornam a pele mais elástica ou estimulam a produção de colágeno.

No entanto, para quem tem a pele realmente muito flácida, a cirurgia é a única opção para devolver um bom contorno corporal. Ela é indicada especialmente nos seguintes casos:

  • mulheres que ficaram com seios caídos, seja devido à ação do tempo ou a processos de emagrecimento;
  • mamães que tiveram um aumento grande de peso e do abdômen durante a gestação e querem se livrar da “barriga de avental”;
  • homens e mulheres que passaram por processos de grande emagrecimento e ficaram com sobras de pele nos braços, abdômen, nádegas e coxas;
  • pessoas que possuem sobras de pele em determinadas regiões do corpo, causando incômodo e insatisfação estética.

Quer saber quais são as principais cirurgias indicadas para a flacidez de pele? Então, conheça as alternativas mais procuradas nos consultórios médicos:

Mastopexia

Também conhecida como lifting de mamas, a mastopexia soluciona a flacidez das mamas. Trata-se de um procedimento muito procurado pelas mulheres para dar um up nos seios e deixá-los novamente firmes e bem modelados. Também é possível associá-la à colocação de próteses de silicone.

Abdominoplastia

Essa cirurgia retira o excesso de pele no abdômen, deixando-o lisinho e reto. Por isso, ela é feita tanto por mulheres quanto por homens. Existem diferentes tipos de abdominoplastia e elas são indicadas de acordo com o grau de flacidez do paciente. O procedimento é conhecido também como dermolipectomia do abdômen.

Dermolipectomia

Dermolipectomia é uma cirurgia de tratamento para flacidez que pode ser realizada tanto no abdômen, como vimos no tópico anterior, quanto nas coxas.  Nos braços, a retirada do excesso de pele é chamada de braquioplastia.

Rejuvenescimento facial

Não poderíamos nos esquecer do tratamento para flacidez no rosto. Essa é uma região que também mostra as marcas do tempo, e por isso existem técnicas específicas como o rejuvenescimento facial. Existem cirurgias como a blefaroplastia, lifting de sobrancelhas, lifting frontal e ritidoplastia.

Como já falamos, as cirurgias retiram o excesso de pele. Portanto, elas são uma solução imediata para solucionar a questão do contorno corporal. Porém, como elas não tratam da qualidade do tecido cutâneo, muitos cirurgiões recomendam a associação de outros tipos de tratamento para flacidez.

Esse é o caso da radiofrequência (Reaction). Em muitas clínicas, ela é utilizada a fim de preparar a pele antes de lipoaspirações e outras cirurgias ou mesmo para retrair o tecido cutâneo no pós-operatório.

O ideal é realmente procurar um cirurgião qualificado, devidamente certificado pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Assim, com seu conhecimento e experiência, ele conseguirá analisar seu caso devidamente e recomendar os melhores procedimentos — cirúrgicos ou não — a fim de atender às suas expectativas e conseguir um resultado extraordinário!

Como potencializar os resultados do tratamento para flacidez?

Nenhum tratamento, quer seja ele cirúrgico ou não, tem efeitos permanentes. O envelhecimento continua causando a destruição das fibras de colágeno e, consequentemente, a flacidez se manifestará com o passar do tempo.

No entanto, alguns cuidados com a saúde ajudam a prolongar esses resultados. Alimentação adequada, prática de exercícios físicos, manter o peso adequado e evitar álcool, cigarros e excessos em relação à luz solar são alguns hábitos que favorecem a pele.

Além disso, é fundamental seguir a recomendação dos profissionais no período de recuperação. Evitar a exposição ao sol é necessário para quem realiza a carboxiterapia, intradermoterapia e cirurgias plásticas. Nesse último caso, também deve-se seguir as orientações para o pós-operatório à risca.

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